Em três meses de estrada, percorrendo assentamentos, aldeias indígenas e comunidades rurais, a Unidade Móvel de Enfrentamento à Violência contra a Mulher do Campo, da Floresta e das Águas, serviço executado pela Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS), já contabiliza a participação de quase 1.200 pessoas. De junho a agosto deste ano, 914 mulheres e homens participaram de palestras e rodas de conversas, 231 foram capacitadas, enquanto outras 35 foram individualmente atendidas em 47 distritos de 13 municípios cearenses.
“Nossa meta para 2019 é cobrirmos todas as macrorregiões do Ceará e chegarmos ao dobro de mulheres”, sinaliza a psicóloga da secretaria-executiva de políticas para mulheres da SPS, Gabriela Freitas. Na próxima semana, a unidade visita mais oito distritos, nos municípios de Várzea Alegre, Farias Brito, Nova Olinda e Araripe, na Região do Cariri. (Veja programação abaixo).
A secretária-executiva de políticas para mulheres da SPS, Denise Aguiar, destaca que o serviço é fundamental para alterar sobre os muitos tipos de violência e possibilitar que as mulheres se empoderem e se libertem desse ciclo de violência. “Muitas vezes, as mulheres não percebem que a situação pela qual estão passando trata-se de uma violência. Essa conversa permite que elas olhem para si e analisem suas condições. É uma semente para a libertação”, aponta Denise Aguiar.
Segundo Gabriela Freitas, o foco da unidade é atender distritos e comunidades mais distantes, levando informações necessárias que possibilitem às mulheres da Capital, do campo, serras e do litoral a equidade de direitos e o empoderamento feminino. “A violência sofrida pelas mulheres no campo é multicausal e as atinge de formas distintas das mulheres da cidade”, explica.
Além de alertas sobre as diversas formas de violência física, verbal e psicológica a que podem ser submetidas no dia a dia, acrescenta a assistente social Eveline Rocha, as mulheres recebem orientações sobre seus direitos e a Lei Maria da Penha e sobre onde denunciar casos de agressão.
As técnicas da SPS realizam ainda encaminhamentos para a rede de enfrentamento à violência contra a mulher, como Delegacia de Defesa da Mulher, Centros de Referência, Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado em Assistência Social (Creas). Capacitações são ministradas também em centros comunitários e para movimentos sociais, com o objetivo de formar multiplicadores. As solicitações devem ser feita por meio de ofício, para o e-mail spsmulheresce@gmail.com.
Entre junho e agosto, foram atendidas comunidades das macrorregiões dos sertões Central, dos Inhamuns, de Canindé e de Crateús; da Grande Fortaleza, do Vale do Jaguaribe, Serra da Ibiapaba e Litoral Leste.
Mais informações: (085) 3101-3011
Varzea Alegre – 16 de setembro
8 h – Sede – Em frente ao Centro Social Urbano
14 h – Distrito Canindezinho
Farias Brito – 17 de Setembro
8 h – Distrito de Quincunca
14 h – Vila de Umari
Nova Olinda – 18 de Setembro
8 h – Bairro Pissarreira
13h30 – Vila Alta
Araripe – 19 de Setembro
8 h – Distrito Pajeú
14 h – Distrito de Alagoinha
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