O celular da menina Alua Asetkyzy Abzalbek, de 14 anos, explodiu embaixo de seu travesseiro, após ela ter deixado o aparelho carregando, enquanto dormia com o fone de ouvido. Alua foi encontrada sem vida na manhã do domingo 29, em sua casa em Bastobe, no Cazaquistão.
Os pais da garota chamaram os paramédicos, mas não conseguiram salvá-la. A marca e o modelo do smartphone que superaqueceu não foram revelados, assim como se o carregador era original ou não. Nas redes sociais, amigos e familiares de Alua lamentaram o “incidente fatal”.
Além de risco de incêndio que pode levar à morte, usar o celular no quarto, antes de dormir, pode causar sérios problemas. A luz artificial emitida pelo aparelho induz o cérebro a produzir menos melatonina, o hormônio que favorece o sono, impedindo um descanso tranquilo. Forçar os olhos para ler a tela do celular à noite também pode ser bastante prejudicial à visão.
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.
De Michelle Bolsonaro a Sergio Moro: por que Eduardo Girão insiste em mirar Ciro Gomes?
Expectativa cresce em Brasília: possível delação de banqueiro preso pode atingir polí...
Lavras da Mangabeira garante campus do IFCE e obras começam ainda neste mês de março
Histórico: Lavras da Mangabeira entra na rota da educação federal com assinatura do IFC...
Crime choca Aurora: filho de empresário e irmão de vereadora é morto a tiros em via pú...
Lavras da Mangabeira garante campus do IFCE e obras começam ainda neste mês de março
Histórico: Lavras da Mangabeira entra na rota da educação federal com assinatura do IFC...
Lavras da Mangabeira participa de seminário estadual sobre o SISBI para fortalecer o agro...
Paulo Sergio de Carvalho - Segurança pública no Ceará: números frios e uma realidade que insiste em contradizer o discur...