Saúde é um dos assuntos que mais preocupam os lavrenses. Uma lei obriga que toda cidade invista 15% de tudo o que arrecada nessa área.
As tarefas do município vão desde a complexidade mais baixa, que cobre 80% da população, como o PSF, à tarefa mais complexa, como transplantes, que não cabem a uma grande parte dos municípios brasileiros.
Se a cidade é pequena e não tem profissionais especialistas, exames especializados, tem que cuidar, no mínimo, da atenção que o Saúde da Família faz. Se seu nível de complexidade aumenta, aumentam também as responsabilidades dentro do sistema.
Hoje(29/10), pela manhã, muitos lavrenses procuraram a Secretaria Municipal de Saúde local e se depararam com negativas de marcação de exames, consultas dentre outros.
Revoltadas, mulheres e homens cobraram da Secretaria de Saúde de Lavras uma solução para o caos que se instalou na saúde lavrense.
"Às vezes, o cidadão pensa apenas nos seus direitos, mas ele tem o dever constitucional e cívico de fiscalizar a prefeitura, aquele PSF, o recurso que vem de Brasília e o recurso que é gasto. E ele também tem um compromisso muito sério em eleger vereadores para que eles possam, também na Câmara Municipal, ser responsável por essa fiscalização. Tenho buscado fazer aquilo que me cabe, e cobrado da gestão através de requerimentos, ofícios e usando a tribuna da Câmara para denunciar o mal feito e alertar a todos", comentou o Vereador Flávio Torquato que lamentou a situação.
Até o fechamento dessa matéria, nenhuma nota sobre o não atendimento havia sido emitida pela Secretaria Municipal de Saúde de Lavras da Mangabeira/CE.
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