Um grupo de 28 agricultores do município Cedro, da comunidade de Marreca, distrito de Santo Antônio, irá participar do projeto inovador do governo do Estado, realizado pela Ematerce – Programa de Irrigação na Minha Propriedade – PIMP. Os produtores irão receber, individualmente, um kit de irrigação para um hectare de área para produção de pastagem e hortifruticultura.
A Prefeitura entra com a escavação e a Ematerce com a assistência técnica. O prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz, o vice-prefeito, Joãozinho de Titico, o secretário de Agricultura Manoel Bezerra e o vereador Juceza Teixeira visitaram uma das propriedades beneficiadas.
O gestor municipal informa que o trabalho se estenderá pelos próximos meses e dará inegável tranquilidade aos agricultores beneficiados. “Estamos muito satisfeitos em contribuir com esse homem do campo. É uma grande ajuda, apesar de dispendiosa para a nossa realidade”.
Por isso, o programa conta com o auxílio do Fundo Estadual de Desenvolvimento da Agricultura Familiar – FEDAF, que financia 50% dos equipamentos adquiridos para a irrigação, enquanto o agricultor tem como contrapartida os outros 50%.
O chefe do escritório da Ematerce de Cedro, José André, explica que as parcelas variam de acordo com o valor total do equipamento. “As parcelas poderão variar entre 800 reais e um mil reais”, explica. “Serão beneficiados os produtores rurais dos distritos de São Miguel, Assunção, Santo Antônio, Candeias e Lagêdo”.
O secretário de Agricultura Municipal destacou a parceria com o Governo do Estado e, em particular, a Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA). “A ajuda chegou na hora certa, o programa contribui para a melhoria alimentar do rebanho bovino através da produção de forragens irrigadas”, declara Manoel Bezerra. O otimismo dos produtores rurais beneficiados é evidente, está estampado em seus semblantes.
Joãozinho de Titico observou: “A produção irrigada tem retorno seguro, ampliando a renda dos agricultores familiares”.
PIMP
O Projeto de Irrigação na Minha Propriedade, executado pela Ematerce desde 2017, constitui-se em grande alternativa para a convivência com o semiárido. Configura-se como “uma mudança de paradigma para os conceitos de praticar agricultura irrigada, em regiões secas”. Antes, construía-se um grande reservatório e, nas áreas adjacentes, implantava-se um perímetro irrigado. Hoje, irriga-se a propriedade, por meio de convênio.
DN
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