As autoridades de saúde chinesas mudaram os critérios de diagnóstico da doença, passando a aceitar relatórios clínicos dos sintomas, não apenas os testes em laboratório. Com isso, o número de casos confirmados deu um salto. Normalmente, estavam sendo confirmadas de 2 mil a 3 mil novas infecções por dia.
Mais cedo, a cidade de Londres confirmou seu primeiro caso da doença. Este é o nono caso de infecção na Inglaterra. O paciente teria contraído o vírus na China antes de chegar ao país. Já os Estados Unidos confirmaram o segundo caso local da doença.
Nos últimos dois dias, mais de 300 especialistas em saúde se reuniram na sede da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, para avaliar o risco de disseminação do Covid-19.
"Esta reunião nos permitiu identificar as prioridades para a pesquisa [do Covid-19]. Como grupo de financiadores, continuaremos a mobilizar, coordenar e alinhar nosso financiamento para permitir a pesquisa necessária para enfrentar esta crise e interromper o surto, em parceria com a OMS", disse o professor Yazdan Yazdanpanah, presidente do GloPID-R, grupo de "Colaboração em Pesquisa Global para a Prevenção de Doenças Infecciosas".
A OMS disse que o mundo enfrenta uma escassez de trajes, máscaras, luvas e outras formas de proteção para se prevenir contra o surto do novo coronavírus e assegurou que a organização enviará equipamentos para nações mais vulneráveis.
G1
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