Antes da bola rolar: chuva, apagão e até corte na delegação por febre. O roteiro de dificuldades para o Ceará começou cedo e se estendeu em campo. Ontem, o Vovô tinha a possibilidade de conseguir um resultado mais tranquilo pela Copa do Brasil, não o fez, o placar veio com sofrimento na Arena Barueri, em São Paulo: 4 a 2 nos pênaltis contra o Oeste após 1 a 1 no tempo normal. Sim, no sufoco, avançou para a 3ª fase do torneio.
Aos cofres, a importância se resumiu ao R$ 1,5 milhão arrecadado - o valor total conquistado apenas no torneio já é de R$ 3,48 mi. Ao elenco, a apresentação foi quase uma resposta pessoal. Primeiro com Leandro Carvalho, que atuou como a muito não se via , ajudou na marcação e foi coroado com um gol logo aos 7 da etapa inicial. Depois com Fernando Prass, em partes criticado e que conseguiu uma defesa de pênalti no tempo normal e outra nas penalidades, para se tornar o herói.
O Ceará precisou ficar com 10 atletas em campo para exercer finalmente a intensidade, a obrigação desde o início. Sem tempo, dependeu dos pênaltis para avançar e conseguiu, nas mãos de Prass. Na marca do cal, Bergson, Samuel Xavier, Brock e Baxola fizeram o 100% alvinegro. Alyson teve o chute defendido, e Mantuan, no travessão, deixou o Vovô com a vaga.
DN
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