Unidades de Saúde construídas a 4 anos em Lavras encontram-se abandonadas pelo poder público municipal

Por Paulo Sergio 16/05/2019 - 10:22 hs

Unidades de Saúde construídas a 4 anos em Lavras encontram-se abandonadas pelo poder público municipal
UBS - Sítio Baixio - Riacho do Rosário

São muitas as denúncias de Unidades Básicas de Saúde (UBS) abandonadas no interior do Ceará.

Lavras da Mangabeira, tem três (03) dessas UBS construídas com verbas federais, e que até agora não foram utilizadas. O único a entrar nesses prédios tem sido o mato. Dia a dia, os prédios estão se deteriorando, sem prestarem nenhum atendimento à população.

Essas unidades, se funcionando em sua totalidade, poderiam amenizar uma problemática antiga - e grave - de muitos municípios: a saúde pública. Além de contribuírem para agravar a alta demanda por unidades de saúde, os equipamentos fechados simbolizam dinheiro público mal-empregado.

As UBS (Postos de Saúde) em Lavras da Mangabeira foram construídas no último ano da gestão passada. O atual governo municipal ainda em campanha (2016) prometia equipar e colocar em funcionamento esses postos de saúde distribuídos na zona rural do município, o que não aconteceu até hoje, passado dois anos e cinco meses de uma nova gestão municipal comandada pelo MDB.

Com isso, devido ao longo período com o prédio fechado, para que seja colocado em funcionamento, será necessária a realização de alguns reparos a serem custeados pelo próprio Município.


Além destas, a cidade conta com outras 10 UBS, todas ampliadas em funcionamento. No entanto, em alguns casos, o atendimento não ocorre diariamente. Em razão da necessidade de médicos.

Enquanto isso, a população vizinha a estes equipamentos (Sts. Batalha – Baixio e Cajazeiras dos Robertos) cobra as promessas feitas em época de campanha (2016) quando o então candidato Ildsser Alencar lamentava a construção dos prédios das UBS e o seu não funcionamento se comprometendo na ocasião em logo que assumisse a prefeitura estaria colocando em funcionamento, realizando ainda no primeiro semestre as inaugurações para  dar maior facilidade ao atendimento médico, o que, não se concretizou.