Uma estudante e um padre morreram com suspeita de H1N1 nos municípios de Juazeiro do Norte e Crato, Região do Cariri, no Ceará, na madrugada e manhã desta terça-feira (4). A jovem, de 23 anos, era estudante de nutrição e o padre, de 52 anos, era pároco do município de Tarrafas, na mesma região.
De acordo com a Secretaria da Saúde do Ceará, “os óbitos estão em investigação, aguardando resultados laboratoriais”.
A família da estudante Rafaela Callou de Sá Barreto afirmou que o diagnóstico de H1N1 foi confirmado pelos médicos. A jovem teve três paradas cardiorrespiratórias na noite desta segunda (3), sobreviveu, mas ficou em estado grave e morreu na manhã desta terça, segundo os familiares.
O velório da jovem vai ocorrer durante a tarde, na funerária Anjo da Guarda, de Juazeiro do Norte.
José Luismar Rodrigues, pároco da Paróquia Nossa Senhora das Angústias, morreu no Crato. A Diocese de Crato publicou nota de pesar e informou que ele teve “problemas pulmonares e Síndrome da Angústia Respiratória de Adulto (SARA), caracterizada por insuficiência respiratória aguda e progressiva”.
O velório do padre será às 16h, na Capela São José, localizada na Serra do Quincuncá, em Farias Brito, onde também vai ocorrer o sepultamento.
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.
Capitão Wagner nega rumores e diz que União Progressista fica na oposição
Maranguape lidera ranking nacional da violência pelo segundo ano seguido; Ceará tem trê...
Governo de Lavras da Mangabeira avança nas tratativas para reabertura da CONAB no municí...
Promessas de Elmano de Freitas: governador do Ceará instalou adutoras, mas não construiu...
Duas mulheres ficam feridas após desabamento em calçadão de Morada Nova, no Ceará
Promessas de Elmano de Freitas: governador do Ceará instalou adutoras, mas não construiu...
Maranguape lidera ranking nacional da violência pelo segundo ano seguido; Ceará tem trê...
Governo de Lavras da Mangabeira avança nas tratativas para reabertura da CONAB no municí...
Paulo Sergio de Carvalho - Quando a palavra deixa de ser patrimônio