“Proponho que instalemos uma CPI, e já tenho requerimento pronto para isso, que de forma isenta e imparcial faça o aprofundamento de questões que são objetos dessa celeuma que já se apelidou de Vaza Jato”.
A sugestão é do senador cearense Cid Gomes (PDT), nessa quarta-feira (19), durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, para esclarecer pontos sobre os vazamentos de supostas conversas do ex-juiz e atual ministro Sérgio Moro com o promotor Deltan Dallagnol, divulgadas pelo site The Intercept, na operação Lava Jato.
Segundo Cid Gomes, a CPI ainda poderia propor medidas para dar mais segurança e garantia ao sigilo das comunicações, e, ao mesmo tempo, investigar se houve conluio entre um integrante da magistratura e o Ministério Público. “O que certamente compromete o processo e compromete o funcionamento do Estado Democrático de Direito”, defendeu o senador cearense.
Cid Gomes ressaltou que defende a manutenção da Lava Jato, mas voltou a dizer que a Justiça precisa ser imparcial.
“A Lava Jato continua e hoje ninguém sabe o nome do juiz que está na 13ª Vara de Curitiba. Isso é mais do que prova de que a postura era de sensacionalismo, de querer aparecer e se colocar como um salvador da pátria”, criticou.
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