O atacante Romarinho pode render milhões aos cofres do Fortaleza. Com contrato até julho de 2022, o atleta tem multa rescisória de R$ 20 milhões para qualquer clube do futebol brasileiro. O montante é ainda maior se a negociação envolver o mercado do exterior, que exige 20 milhões de euros (aproximandante R$ 90 mi) para tirá-lo do time cearense.
A dado é reflexo do tamanho da valorização do atleta. Comprado por R$ 100 mil junto ao Globo/RN, que estava na Série C, o número base para um acordo nacional significa um acréscimo de 200% no valor.
O atleta então está resguardado no Pici. A possível venda envolvendo pagamento da multa rescisória também se tornará a maior da história do futebol cearense, superando o lateral-esquerdo Felipe Jonatan, que foi vendido ao Santos, pelo Ceará, por R$ 6 mi.
O curioso é que Romarinho foi consultado pelo Alvinegro de Porangabuçu. Na época, com propostas das demais equipes, aceitou a oferta do Fortaleza para se tornar opção na Série B de 2018.
Sob o comando de Rogério Ceni, fez 14 partidas e não chegou a balançar as redes. O jejum se ampliou para 23 partidas, somando a atual temporada, quando foi encerrado nas semifinais ao garantir a vitória contra o Santa Cruz, pela semifinal da Copa do Nordeste.
A Jogada
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.
SuperFarma participa da Abradilam Conexão Farma 2026 em São Paulo
Sexta-feira 13: conheça as superstições mais excêntricas das celebridades
Crime choca Aurora: filho de empresário e irmão de vereadora é morto a tiros em via pú...
Lavras Por Ela realiza 2º Encontro das Rosas com programação especial dedicada às mulh...
Crime choca Aurora: filho de empresário e irmão de vereadora é morto a tiros em via pú...
Construção do campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará...
Lavras da Mangabeira participa de seminário estadual sobre o SISBI para fortalecer o agro...
Lavras Por Ela realiza 2º Encontro das Rosas com programação especial dedicada às mulh...
Paulo Sergio de Carvalho - Segurança pública no Ceará: números frios e uma realidade que insiste em contradizer o discur...