Fortaleza registrou queda no número de internações, infectados e mortos por COVID-19 e já começa a descer no contexto de pico contínuo. Até a sexta-feira, 12, a capital cearense apresentava mais de 30 mil diagnósticos da doença e 2.848 óbitos. Apesar dos números serem altos, foi confirmado que hospitais tiveram redução no ritmo da pandemia.
Segundo os boletins epidemiológicos da Secretaria Municipal de Saúde, no dia 10 de maio, as unidades de saúde de Fortaleza chegaram ao ápice de atender 2.139 pacientes em apenas 24 horas. Já no dia 9 de junho, um mês depois, esse número foi de 569. O infectologista e pesquisador Antônio Silva Lima Neto diz que a pior fase já passou.
“Estimamos que o platô de casos ocorreu durante 20 dias, entre 19 de abril e 9 de maio. Já o pico de óbitos durou um pouco mais, de 3 a 27 de maio”, disse o membro do comitê científico do Consórcio Nordeste e da Secretaria de Saúde de Fortaleza. Essa diferença pode ser explicada porque, em regra, as mortes ocorrem após um período de pelo menos dez dias de internação.
Para conter a circulação do novo coronavírus, Fortaleza adotou isolamento social de 50 dias, boa parte dele em lockdown que se iniciou no dia 8 de maio, quando a cidade enfrentava grande dificuldade em dar suporte devido à demanda de pacientes.
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