O aumento da velocidades dos ventos é típico do segundo semestre do ano no Ceará. Segundo a gerente de Meteorologia da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Meiry Sakamoto, o Estado está localizado entre o caminho de alta pressão do Atlântico Sul e a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), causando ventos mais intensos e constantes. Em agosto deste ano, o Ceará registrou máxima de 58,3 km/h em Tauá, enquanto a Capital cearense contabilizou 52,2 km/h, conforme dados do órgão.
Durante esta semana, os ventos de sudeste/leste deverão estar mais intensos próximos da faixa norte do Ceará, podendo atingir valores de aproximadamente 55 até 74 km/h, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A falta de obstáculos, como montanhas e serras, faz com que as áreas oceânicas registrem maiores velocidades do vento do que no continente, explica Meiry.
“Bom para quem pratica esportes náuticos à vela e um risco maior para os pescadores, que podem ter dificuldade de retornar do mar, pois os ventos sopram em uma direção predominante do continente para o oceano”, acrescenta. Também é um período de aumento de risco de quedas de árvores e destelhamentos, por conta das fortes rajadas.
DN
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