A Procuradoria Geral da República recomendou ao Supremo rejeitar um pedido de Eunício Oliveira (MDB-CE) para arquivar investigação na qual é suspeito de receber R$ 2,1 milhões por atuar em favor de uma medida provisória que beneficiou a Braskem em 2013.
“O conjunto probatório colhido até então fundamenta a continuidade das investigações, porque formado de aportes das colaborações premiadas de José de Carvalho Filho e Cláudio Melo Filho, cujos termos são corroborados por evidências documentais que dão suporte à realização de pagamentos de vantagens indevidas destinadas ao agravante, afigurando-se bastante robusto à guisa de apontar a prática de crimes de corrupção e branqueamento de capitais”, diz o documento.
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