Publicamente, através de sua conta de Twitter, o Telegram respondeu a um brasileiro que questionou sobre os vazamentos das contas do ex-juiz e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, além de procuradores da Operação Lava Jato.
O aplicativo informou que não há evidências de que houve um ação de hackers e sugeriu que seria mais provável um malware ou alguém que não usou a verificação em duas etapas para a senha do Telegram, dando a entender que estas duas seriam as melhores possibilidades para os dados terem sido vazados.
Tanto Moro quanto os procuradores afirmam que suas contas foram atacadas por hackers. O Intercept diz que recebeu de fontes e não de possível hacker os dados. Não há como confirmar ainda quem está com a razão.DN
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